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NATO junta-se a Bruxelas no protesto contra Moscovo


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NATO junta-se a Bruxelas no protesto contra Moscovo

A crise entre a Estónia e a Rússia por causa da estátua em memória do soldado do exército vermelho envolve agora a NATO.

A Aliança Atlântica juntou-se a Bruxelas a condenar a falta de protecção da embaixada da Estónia em Moscovo, há vários dias cercada por jovens do Nashi, o movimento pró-putin.

A embaixadora Marina Kaljurand denuncia a existência de apoio logístico aos manifestantes. “É evidente que estas acções estão muito bem organizadas, financiadas e orquestradas porque os miudos estão aqui, os manifestantes estão já há 7 dias, têm cozinhas, casas de banho, música e electricidade”, referiu.

Esta quarta-feira, os distribuidores de produtos petrolíferos e de carvão anunciaram ter havido uma quebra no fornecimento de matéria-prima por via ferroviária. Os caminhos-de-ferro russos garantiram que existem atrasos devido a trabalhos de manutenção habituais.

A Estónia, uma ex-república soviética, aderiu à NATO em 2004 o que torna a questão delicada.

Há 6 dias, a estátua no centro de Talin e os restos mortais de soldados soviéticos foram transferidos para um cemitério militar. Um dos argumentos do governo foi o de que evoca 50 anos de ocupação soviética.

O jovem russo que as autoridades estónias dizem ter sido apunhalado por desconhecidos durante protestos, há uma semana, foi a enterrar esta quinta-feira.

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