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Pressão aumenta sobre presidente do Banco Mundial

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Pressão aumenta sobre presidente do Banco Mundial

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O presidente do Banco Mundial está cada vez mais próximo da porta de saída. A comissão de inquérito interna considerou que a promoção e o aumento salarial que Paul Wolfowitz deu à sua companheira representaram uma situação de conflito de interesses.

A pressão em torno do antigo número 2 do pentágono é cada vez maior, também pelo facto de na segunda-feira o seu assessor de longa data, Kevin Kellems ter apresentado a demissão, por considerar que o caso estava a dificultar o seu desempenho profissional.

Este caso que envolve Shaha Siza, companheira de Wolfowitz, perita para os assuntos do Médio Oriente, está a minar a credibilidade do Banco Mundial.

A comissão de inquérito não apresentou qualquer recomendação sobre as repreensões a aplicar a Wolfowitz, mas esta sexta-feira, o mais tardar, o painel de 24 nações do conselho de administração deverá reunir-se para determinar se o presidente abandona ou não o cargo.