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Wolfwitz tem uma semana para responder a inquérito

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Wolfwitz tem uma semana para responder a inquérito

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A crise na liderança do Banco Mundial dura há um mês, Paul Wolfwitz continua a recusar demitir-se apesar da crescente pressão internacional. Nos Estado Unidos vários Senadores democratas escreveram ao presidente Bush para que seja encontrada rapidamente uma solução e salva a credibilidade deste organismo, dominado pelos Estados Unidos. O presidente do Banco Mundial é acusado de ter favorecido a sua companheira a quem terá concedido um aumento de salário injustificado de 200 mil dólares por ano.

Wolfwitz alega estar a ser vítima de uma campanha e o Presidente norte-americano voltou a manifestar-lhe o seu apoio apesar de toda as críticas. Antes de ser colocado na direção do Banco Mundial, Paul Wolfwitz era o número dois do Pentagno e um dos principais arquitectos da guerra no Iraque. Em 62 anos da história deste organismo mundial é a primeira vez que o presidente é posto.