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Argélia vive eleições legislativas sob ameaça terrorista

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Argélia vive eleições legislativas sob ameaça terrorista

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É num panorama de ameaça terrorista e alguma descrença na política que o segundo maior país africano vai a votos nas eleições legislativas desta quinta-feira. Na Argélia, os 18 milhões de eleitores de uma população de 33 milhões de habitantes escolhem os representantes da câmara baixa do parlamento entre 24 partidos. Os movimentos fundamentalistas islâmicos continuam impedidos de participar.

Os sangrentos atentados suicidas de 11 de Abril e a deflagração de duas bombas, ontem, dia de reflexão eleitoral, que causaram uma morte, não deixam de marcar o escrutínio. Espera-se uma elevada abstenção apesar de alguns votantes insistirem em exercer o seu direito para contrariar os desígnios de grupos terroristas, como a alqaida, de prejudicar a democracia.

Os favoritos à vitória continuam a ser os três partidos da aliança presidencial de Abdelaziz Bouteflika. Entre as forças políticas que apelaram ao boicote volta a estar a Frente das Forças Socialistas que também não participou no escrutínio de 2002 por considerar que o sistema político está viciado.