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Assassinos de Djindjic condenados à pena máxima

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Assassinos de Djindjic condenados à pena máxima

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Os dois principais acusados do assassinato do antigo primeiro-ministro sérvio Zoran Djindjic foram ambos condenados à pena máxima de 40 anos de prisão. A morte de Djindjic em 2003 representou para muitos sérvios o fim das esperanças numa ruptura com o regime autoritário do nacionalista Milosevic.

Um tribunal para o crime organizado deu como provado em Belgrado que Zvezdan Jovanovic, um antigo membro das boinas vermelhas disparou duas vezes sobre Djindjic.

O tribunal estabeleceu igualmente como cérebro do atentado Milorad Ulemek, um antigo combatente das guerras do Kosovo e da Bósnia anteriormente condenado a 40 anos de prisão pelo assassínio do antigo presidente sérvio Ivan Stambolic, a mando de Milosevic.

Três anos e meio depois, chega ao fim aquele que foi considerado como o processo do século na Sérvia. As acusações implicavam ao todo 12 homens entre membros de uma unidade especial da polícia, e dos serviços secretos. Na véspera da leitura da sentença que condenou os ultranacionalistas, foram registados em Blegrado actos de vandalismo. Um bairro recentemente baptizado com o nome do priemeiro-ministro reformista assassinado amanheceu rebaptizado com o nome de Ratko Mladic.