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Bielorrússia: oposição sem candidato único

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Bielorrússia: oposição sem candidato único

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O Congresso das forças democráticas da Bielorrússia falhou o objectivo da unificação da oposição em Minsk.
Os 600 delegados ao congresso elegeram quatro presidentes das várias áreas ideológicas: um liberal, um comunista, um social-democrata e um nationalista.
E a ideia inicial era designar um candidato único para representar todo o movimento da oposição.

Alexander Milinkevich era o homem talhado para a missão, mas o sonho não se realizou. Afirmou que os bielorrusos não terão um único líder nas forças democráticas para confrontar a ditadura, mas ele continuará a organizar manifestações.

Milinkevich recusou tomar parte no colectivo presidencial da oposição, depois de não ter obtido as simpatias necessárias para a coesão no voto final. No fim, anunciou a intenção de criar um movimento próprio.

O regime do presidente Lukashenko, condenou a cinco anos e meio de prisão os líderes das manifestações contra a sua reeleição. Libertou alguns, antecipadamente, na semana passada. O julgamento de outros começou hoje. Um já foi condenado a uma pena de prisão de 18 meses.

A Bielorússia, um Estado ex-soviético, é acusada de violar os direitos do Homem regularmente e de ser “a última ditadura da Europa.”