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Fim da greve na SAS

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Fim da greve na SAS

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Ao fim de cinco dias consecutivos de paralisação, a administração e os sindicatos que representam os empregados suecos da SAS chegaram a acordo.

A divisão sueca da companhia aérea vai aumentar os trabalhadores em 10,3% ao longo dos próximos três anos. Prometeu também uma melhoria das condições de trabalho, incluindo melhor horário de trabalho e pausas mais prolongadas – terá sido esse o ponto decisivo que pôs fim à greve. A semana de trabalho foi limitada a 42 horas.

O balanço final é uma perda de quase 11 milhões de euros. A greve causou o cancelamento de 1200 voos, com partida ou destino nos aeroportos suecos, e deixou 90 mil passageiros em terra.

A SAS pertence, em 50%, aos governos da Suécia, Dinamarca e Noruega. O resto está nas mãos de investidores privados.

É a quarta maior companhia aérea da Europa, em termos de passageiros transportados.