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Greve geral paralisa serviços públicos

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Greve geral paralisa serviços públicos

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A greve geral convocada pela CGTP teve uma adesão de 80% na função pública o que afectou sobretudo Escolas, Hospitais, Tribunais e Serviços Municipais. Os transportes, comboios, metro, barcos e autocarros sofreram graves perturbações mas a obrigatoriedade dos serviços mínimos foi cumprida o que a juntar-se aos transportes alternativos propostos pelas empresas tornou a greve mais áceitável.

Os números de adesão foram fornecidos pelos sindicatos, o governo fala de greve pracial. A CGTP anunciou sexta-feira que iria interpor providências cautelares para obter a anulação de alguns serviços mínimos fixados para este dia. O secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva explicou que os serviços mínimos fixados por algumas empresas – como o Metro de Lisboa, Transtejo ou Softlusa – “são ilegais”. A maioria dos 22 tribunais cíveis de Lisboa aderiu greve.

Esta paralisação pretende exigir ao governo uma mudança de rumo das políticas económicas e sociais. A última greve geral ocorreu a 10 de Dezembro de 2002, contra o Código de Trabalho.