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Alterações climáticas, defesa anti-míssil e África vão estar no centro das discussões da cimeira do G8

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Alterações climáticas, defesa anti-míssil e África vão estar no centro das discussões da cimeira do G8

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Enquanto o presidente americano foi o primeiro a chegar à Alemanha para a cimeira do G8, Vladimir Putin foi o último. Os dois são os protagonistas mais fortes do encontro que começou ao final da tarde no nordeste da Alemanha, em Heiligendamn. E os dois estão envolvidos numa batalha por causa de um sistema anti-míssil a instalar na Europa, um debate que faz lembrar os velhos tempos da guerra fria.

Neste primeiro dia, procuram-se acordos noutra área – a da protecção do planeta.

A chanceler alemã, Angela Merkel, propõe reduzir 50% das emissões de gases com efeito de estufa até 2050: “Acredito que se trabalharmos um pouco mais nos dossiês em questão podemos chegar a um compromisso comum; pelo menos este primeiro encontro a dois foi frutífero”.

George W.Bush alinha no optimismo da chanceler alemã: “Temos uma excelente oportunidade para partilhar as nossas tecnologias com o mundo desenvolvido, o que nos transforma em embaixadores do ambiente. Agradeço o vosso empenho e junto-me aos esforços para cooperar com os parceiros do G8”.

No entanto, a agência Reuters afirmou que fonte próxima do presidente Bush garante que os Estados Unidos não podem nesta altura comprometer-se a cem por cento com a proposta alemã de redução de emissões até 2050.

Quanto ao novo chefe de Estado francês, espera-se uma aposta forte no sentido de encontrar um acordo efectivo para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, pelo menos foi isso que prometeu em campanha eleitoral. É a primeira vez que Nicolas Sarkozy participa no G8.