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Tribunal de Roma absolve cinco pessoas suspeitas da morte do "Banqueiro de Deus"

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Tribunal de Roma absolve cinco pessoas suspeitas da morte do "Banqueiro de Deus"

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Foram absolvidas as cinco pessoas acusadas do homicídio de Roberto Calvi, conhecido como o “Banqueiro de Deus” depois de ter sido o presidente do antigo Banco Ambrosiano.

Calvi, 62 anos, foi descoberto enforcado na ponte Blackfriars, em Londres, a 18 de Junho de 1982, com dinheiro e pedras no bolso. Um ano antes tinha sido detido no âmbito do inquérito à falência do Banco Ambrosiano. A sua gestão provocou um gigantesco buraco financeiro na instituição bancária, mas também no banco do Vaticano, principal accionista do Ambrosiano.

A polícia britânica conclui que foi um suicídio, mas a investigação por homicídio foi reaberta, em Itália, em 2003. O julgamento decorria desde Outubro de 2005, mas os juízes do tribunal de Roma consideram agora não ter provas para condenar os réus: dois mafiosos, um guarda-costas, um homem de negócios e a namorada.