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Vinte e Sete equacionam futuro do Galileo

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Vinte e Sete equacionam futuro do Galileo

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O Galileo está a ter dificuldades em levantar voo mas os Estados membros querem ajudá-lo a descolar. O sistema europeu de navegação por satélite já tem cinco anos de atraso em relação ao calendário oficial.

O consórcio industrial privado que devia participar no lançamento e na posterior exploração do sistema não acredita na sua rentabilidade. Mas os ministros dos Transportes dos Vinte e Sete acreditam e parecem dispostos a avançar para um financiamento totalmente público do projecto, que precisa de dois mil e 400 milhões de euros suplementares.

Uma decisão definitiva só deverá, contudo, ser tomada em Outubro, mas o comissário da tutela, está esperançado. “Não quero acreditar que os europeus e os respectivos governos não encontrem uma solução, tendo em conta que este é considerado um projecto absolutamente prioritário”, afirmou Jacques Barrot.

O concorrente civil europeu do GPS militar americano será formado por uma constelação de 30 satélites. Os primeiros quatro já tinham sido planificados com base nos dinheiros públicos, mas os restantes 26 deviam ser financiados, em dois terços, por um consórcio provado de oito grupos industriais europeus.

Até ao Outono, a Comissão Europeia deverá apresentar, aos ministros, uma alternativa concreta para pôr o Galileo de novo no bom caminho.