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União tenta salvar enfermeiras búlgaras na Líbia

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União tenta salvar enfermeiras búlgaras na Líbia

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A diplomacia europeia intensifica os esforços na Líbia, para salvar as enfermeiras búlgaras e o médico palestiniano condenados à morte. A comissária europeia para as relações externas e o ministro alemão dos Negócios Estrangeiros deslocaram-se a Tripoli. Esta segunda-feira, Benita Ferrero-Waldner encontrou-se com as enfermeiras e o médico, detidos há oito anos.

A comissária garantiu-lhes estar a fazer todos os possíveis para conseguir a libertação dos seis profissionais de saúde. Foram condenados à morte por alegadamente terem inoculado voluntariamente o vírus da sida em mais de 400 crianças do hospital de Benghazi, 56 das quais faleceram. Os seis proclamam a sua inocência e estão a aguardar o recurso apresentado ao Supremo Tribunal, inicialmente agendado para Maio, mas agora sem data prevista.

A comissária e o ministro alemão estiveram, este domingo, em Benghazi, para negociar um compromisso com as famílias das crianças. Um porta-voz das vítimas diz que os representantes da União não fizeram ofertas concretas quanto ao montante das indemnizações, mas garantiram apoiar o tratamento gratuito das crianças contaminadas.