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Contagem decrescente para assalto a mesquita vermelha

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Contagem decrescente para assalto a mesquita vermelha

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O tempo está a esgotar-se para os combatentes islâmicos entrincheirados no interior da mesquita vermelha de Islamabad há 6 dias. Um grupo de altos dignitários religiosos anunciou que vai tentar uma última negociação para evitar a tomada de assalto das forças armadas que cercam o complexo religioso, conhecido por dar apoio aos talibãs do Afeganistão.

Num comunicado publicado no jornais paquistaneses, o líder dos rebeldes, Abdul Rashid Ghazi anunciou estarem prontos a morrer e que espera que o sangue mártir desencadeie uma revolta no Paquistão. A situação é bastante instável em algumas zonas do país. Desde o início da crise na mesquita vermelha, 19 pessoas morreram em diversos ataques à bomba.

Nos combates em torno da mesquita 21 pessoas morreram. Entre civis os números diferem de acordo com as fontes. Um dos estudantes que abandonaram o complexo religioso fala na primeira pessoa. “Não foram mortos. Foram martirizados. Cerca de 18 dos meus camaradas foram martirizados. 25 a 30 ficaram feridos”, disse.

Muitos dos estudantes que sairam da mesquita receberam a visita do primeiro-ministro paquistanês Shaukat Aziz. Os maiores de idade considerados cúmplices enfrentam a prisão. Os menores são entregues aos pais.