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Familiares das enfermeiras manifestam-se em Sófia

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Familiares das enfermeiras manifestam-se em Sófia

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Na Bulgária, os familiares das enfermeiras condenadas à morte na Líbia indignaram-se com a confirmação da pena, mas ainda não perderam completamente as esperanças. A mãe de uma das condenadas diz que “é preciso negociar e depois libertá-las, porque a SIDA já existia na Líbia muito antes de as enfermeiras lá terem chegado”. “Ela vai voltar, eu digo à mãe dela para não perder a esperança, o fim está próximo. Vamos buscá-la ao aeroporto”, afirmava uma amiga da mãe de uma das condenadas.

Um grupo de familiares e amigos dos detidos organizou um protesto junto à embaixada Líbia em Sófia. “A Líbia tomou consciência de que o tempo corre contra as crianças infectatas e os familiares. São necessárias mediadas urgentes para levar os melhores cuidados possíveis às crianças e libertar os nossos médicos porque eles estão inocentes”, referiu uma dirigente do Comité para a Libertação dos Médicos Búlgaros”

A libertação das enfermeiras búlgaras e do médico de origem palestinana transformou-se numa causa nacional na Bulgária, um fenómeno que há muito não se verificava no país.