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Bush recusa-se a ver falhas da ofensiva iraquiana

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Bush recusa-se a ver falhas da ofensiva iraquiana

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Para o presidente George Bush o fim do conflito no Iraque continua a passar por uma solução militar. A dois meses de apresentar ao Congresso uma avaliação dos progressos obtidos, decisiva para a continuação da ofensiva, o presidente norte-americano afirmou que o desafio principal continua a ser a insegurança no terreno. Um relatório preliminar do Conselho de Segurança norte-americano, revelado hoje, mostra que apenas 8 dos 18 objectivos fixados pelo Congresso são satisfatórios, sublinhando o fracasso do processo político.

Para George Bush a questão continua a resumir-se à batalha entre, “os que apoiam a guerra, e aqueles que defendem a retirada militar do Iraque”. O presidente preferiu sublinhar os pontos positivos do relatório, como uma maior autonomia dos militares iraquianos e das finanças do governo. O documento provisório, cuja versão final será apresentada em Setembro, inclui nos pontos negativos, a ineficácia do governo iraquiano em organizar as forças de segurança, gerir os recursos petrolíferos do país ou reconciliar as comunidades.

O jornal Washington Post revela hoje um outro documento da CIA, que aponta os revoltosos, os conflitos sectários e a criminalidade como as principais fontes de insegurança. As organizações ligadas à Al-Quaida ocupam o último lugar da lista.