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Justiça líbia adia decisão final sobre penas de morte de seis profissionais de saúd estrangeiros

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Justiça líbia adia decisão final sobre penas de morte de seis profissionais de saúd estrangeiros

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Foi adiada para quinta-feira a decisão de validar ou não as sentenças da justiça líbia no caso das condenações à morte das cinco enfermeiras búlgaras e um médico palestiniano. Os seis profissionais de saúde foram acusados de infectar deliberadametne mais de 400 crianças com o HIV num hospital perto de Benghazi. Tudo se passou há oito anos. O Conselho Supremo líbio decidiu-se pela pena capital para todos os acusados. Mas as pressões internacionais foram e continuam a ser muitas.

As enfermeiras e o médico garantem que estão inocentes, que foram torturados durante a detenção para confessarem o crime, e que as infecções começaram muito antes da chegada destes profissionais de saúde ao hospital.

Já a acusação assegura que se tratou de uma tentativa de eliminação de crianças muçulmanas líbias por parte do Ocidente.

Segundo fontes anónimas citadas pelas agências de notícias, as famílias das crianças estarão dispostas a aceitar uma compensação financeira de 1 milhão de dólares por família, em troca da anulação das penas de morte. Só que exigem que a indemnização seja dada no momento da assinatura do acordo.