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Líbia comuta pena de enfermeiras búlgaras

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Líbia comuta pena de enfermeiras búlgaras

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Alívio na Bulgária depois do anúncio da comutação da pena para as cinco enfermeiras e do médico palestiniano detidos há 8 anos na Líbia. Os seis profissionais de sáude foram condenados à prisão perpétua. UM caso que está a unir os búlgaros como há muito não se via no país.

A prioridade para as autoridades búlgaras e para a UE agora é trazer os seis detidos para a Europa.

A Bulfgária pediu oficialmente a extradição das enfermeiras e do médico.

Meglena Kuneva, comissária europeia búlgara para a protecção do consumidor afirma que “vai fazer tudo o que puder para que o pessoal médico regresse a casa”.

A União Europeia contribuiu para um fundo especial criado para a poiar as 460 famílias cujas crianças foram infectadas com o vírus da SIDA.

A comissária para as relações externas da UE Benita Ferrero-Waldnar diz que “a ajuda não se trata de um resgate mas de ajuda humanitária”, acrescentando que a “unidade europeia foi essencial nas negociações”.

Cada família recebeu mais 700 mil euros de compensação.

As seis enfermeiras búlgaras e o médico palestiniano estão detidos desde Fevereiro de 1999 e foram condenados à pena capital em 2004.

A comutação da pena decidida esta quarta-feira pelo Conselho Superior de Justiça líbio foi estabelecida com o acordo dos familiares das vítimas.