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Mediação da Primeira Dama francesa na libertação detidos búlgaros na Líbia

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Mediação da Primeira Dama francesa na libertação detidos búlgaros na Líbia

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Na Bulgária, ninguém tem dúvidas: a Primeira Dama de França libertou o pessoal médico detido da Líbia, há oito anos.
Mas os contornos de toda a história são dúbios: a começar pelos dois processos, as condenações à morte, o papel da União Europeia, do chefe da diplomacia francesa, Bernard Kouchner, de Cecília Sarkozy. A oposição francesa pede explicações: “ Se este é um caso humanitário, não é ilógico que a Primeira dama se encarregue dele; mas se é um caso político, então o método diplomático, que eu reprovo totalmente.” “A segunda questão que se coloca é de saber para que serve o senhor Bernard Kouchner, ministro dos Negócios Estrangeiros. Talvez o presidente da República o queira substituir pela esposa!”

O presidente, por seu lado, lembrou o que era verdadeiramente importante: “Não há que teorizar sobre uma nova organização da diplomacia francesa, o estatuto da mulher do Chefe de Estado ou qualquer outro assunto. O que era importante era tirá-los de lá e é isso que conta.” O Eliseu quer continuar estes esforços diplomáticos neste sentido e pressionar as FARC para libertarem Ingrida Betancourt, e os outros reféns, na Colômbia, assim como, San Suu-Kyi, em prisão domiciliária na antiga Birmânia (hoje, Myanmar).

Resta saber qual o papel que vai desempenhar a Primeira Dama de França.