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Quatro países contestam traçado do gasoduto da Europa do Norte

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Quatro países contestam traçado do gasoduto da Europa do Norte

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A Polónia e os países Bálticos pedem à Comissão Europeia, que pressione Berlim e Moscovo a alterar o traçado do gasoduto da Europa do Norte. Numa carta enviada a Bruxelas, os ministros da Estónia, Letónia, Lituânia e Polónia apelam à passagem do gasoduto por terra e não por mar. Com 1.200 quilómetros, o gasoduto está a ser construído sob o Mar Báltico por um consórcio russo-alemão encabeçado pelo antigo Chanceler Gerhard Schröder. Os quatro países temem, que a infraestrutura faça explodir as armas químicas que se encontram no fundo do mar Báltico, desde a segunda Guerra Mundial. No entanto, para a Alemanha e Rússia trata-se de uma tentativa de diversificar as rotas energéticas.

Berlim tem, ainda, bem presente os problemas com a Ucrânia com a Bielorrússia que levaram à interrupção do fornecimento de petróleo. Moscovo vê aqui uma oportunidade para um compromisso no fornecimento de gaz. Estima-se que em 2010 o gaseoduto transporte anualmente mais de 27 milhões de metros cúblicos de gaz. Uma capacidade que deverá ser reforçada em 2013 para os 55 milhões.