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Cinco povoações nas margens do Tamisa em alerta para o risco de inundações

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Cinco povoações nas margens do Tamisa em alerta para o risco de inundações

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Os britânicos tentam retomar a vida normal nas zonas a oeste de Londres, as mais afectadas pelas cheias que duram desde o fim de semana. Na região de Oxfordshire, onde 900 casas se encontram inundadas e mais de uma centena de pessoas foram deslocadas esta noite, as águas do Tamisa continuam a subir, mas a um ritmo mais lento. Cinco localidades ao longo do curso do rio continuam em alerta, sob a chuva que deverá continuar a cair durante o dia inteiro nas zonas mais afectadas.

Um habitante de Oxford, mostra como a água é retirada das ruas, “utilizamos uma bomba de água colocada numa zona baixa, abrimos um buraco no asfalto, colocamos um filtro e bombeamos a água para o outro lado da barreira de sacos de areia”. A Universidade de Oxford não foi atingida pelas inundações, mas esta noite mais de centena e meia de residentes do centro da cidade foram deslocados para o estádio local.

Em Gloucestershire, o nível do rio Severn começa lentamente a descer, embora o risco de epidemias permaneça elevado. As autoridades aconselharam os habitantes a evitar as zonas de águas estagnadas. A Cruz Vermelha e os militares procedem desde ontem à distribuição de água engarrafada às mais de 350 mil pessoas afectadas pela rotura da rede de distribuição pública na região.

Desde Maio que o Reino Unido regista o nível de pluviosidade mais elevado dos últimos 60 anos, que deverá afectar durante o dia as zonas a sul da área de inundações.