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Coreia do Sul condena talibã pela morte de um refém

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Coreia do Sul condena talibã pela morte de um refém

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No Afeganistão, o destino dos reféns norte-coreanos continua incerto. A morte de um dos prisioneiros foi confirmada pelos talibã, que ameaçaram fazer o mesmo aos restantes 22 reféns, caso as autoridades não libertem os talibã detidos pelo regime de Cabul. No entanto, o prazo expirou ontem à noite e o silêncio surge das duas partes. Os vinte e três jovens evangelistas foram raptados há uma semana, quando viajavam de autocarro na província de Ghazni, na auto-estrada Cabul-Kandahar. Entretanto, Seul já condenou oficialmente o assassinato de um dos reféns e considerou-o um “acto desumano”, enquanto as famílias dos prisioneiros pedem a retirada dos 200 soldados sul-coreanos actualmente em missão no Afeganistão. Também a Itália começa a repensar a sua presença no terreno, no âmbito da operação militar americana “Eunduring Freedom”, ao serviço da NATO. O chefe da diplomacia italiana, Massimo d’Alema, considera que é preciso terminar com a missão, para diminuir o risco de perda das vidas de muitos civis. Dois outros reféns, um jornalista dinamarquês e um guia, foram libertados ontem, depois de terem sido raptados numa zona junto sa fronteira com o Paquistão.