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Retrocesso das águas do Tamisa perturbado por chuva e risco de epidemias

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Retrocesso das águas do Tamisa perturbado por chuva e risco de epidemias

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A chuva não parece dar tréguas aos habitantes das povoações ribeirinhas do rio Tamisa, afectadas desde o fim de semana pelas maiores cheias das últimas décadas no Reino Unido. Segundo as previsões meteorológicas, a chuva deverá continuar a caír nas zonas a Oeste de Londres, num momento em que as águas começam a retroceder.

As autoridades alertam agora para os riscos de epidemias, aconselhando os habitantes a evitar qualquer contacto com águas estagnadas. No total mais de 900 casas encontram-se inundadas na região de Oxfordshire, centenas de residentes foram deslocados para um centro de acolhimento temporário no estádio de Oxford.

Cinco localidades nas margens do rio mantêm-se em alerta para o risco da subida das águas a título preventivo, embora seja pouco provável que as cheias possam atingir a cidade de Londres. Na região de Gloucestershire, duas pessoas morreram esta manhã sufocadas pelos gases do motor de uma bomba de água num clube de rugby local. Um sinistro que eleva para cinco o número de vítimas mortais, directas ou indirectas, das cheias.