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Pelo menos 14 pessoas foram mortas num atentado suicida perto da Mesquita Vermelha de Islamabad nas últimas 24 horas decorreram novos confrontos entre a policia paquistanesa e jovens islamitas radicais pro-taliban.

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Pelo menos 14 pessoas foram mortas num atentado suicida perto da Mesquita Vermelha de Islamabad nas últimas 24 horas decorreram novos confrontos entre a policia paquistanesa e jovens islamitas radicais pro-taliban.

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A explosão causou mais de trinta feridos. Centenas de manifestantes reuniram-se na zona da mesquita antes das orações de Sexta-feira e lançaram pedras contra veículos blindados da polícia e agentes anti-motim. Os confrontos frustraram planos do governo para reabrir a mesquita, que foi tomada de assalto pelo Exército paquistanês a 10 de Julho, depois dos clérigos pró-talibã terem liderado uma campanha islàmica contra a imoralidade em Islamabad que desafiava um decreto do governo.

A polícia tomou posição depois dos estudantes terem ocupado os telhados da mesquita e forçado a retirada de um clérigo nomeado pelo governo, que iria liderar as orações de sexta-feira.

Os manifestantes exigem o regresso do anterior chefe dos clérigos da mesquita, Abdul Aziz, que se encontra detido, e gritaram palavras de ordem
contra o presidente paquistanês.

Num desafio à decisão das autoridades de mandarem pintar a mesquita de amarelo, os estudantes escreveram “Mesquita Vermelha”. em letras grandes na língua Urdu e içaram a bandeira negra com duas espadas cruzadas, simbolizando a jihad, ou guerra santa.