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Frontex suspende patrulhas no Mediterrâneo

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Frontex suspende patrulhas no Mediterrâneo

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Em plena “época alta” do desembarque de imigrantes clandestinos, aumenta a pressão para que a Frontex retome as patrulhas no Mediterrâneo. O francês Joseph Daul, líder do PPE, maior grupo do Parlamento Europeu, apelou ao comissário da tutela, Franco Fratini, para que este relance as patrulhas da Agência Europeia de Controlo das Fronteiras Externas da União. Um apelo que se junta ao do ministro maltês da administração interna, Tonio Borg. No final de Junho, Malta, Grécia, Alemanha, França e Itália lançaram a Nautilus II. A missão da Frontex que patrulha as águas entre a Sicília, Malta e a Líbia devia durar até Outubro mas Bruxelas acabou por admitiu que actualmente está “a fazer uma pausa”. Um porta-voz da Comissão recordou que a agência trabalha com “os efectivos, o orçamento e os meios” disponibilizados pelos Estados membros, os quais não são suficientes. No mês passado, a Frontex apenas tinha recebido um quarto dos 100 barcos e dos 50 aviões e helicópteros prometidos pelos Estado Membros. Todos são unânimes sobre o facto de que as patrulhas da Frontex são eficazes, ao desencorajarem os imigrantes de tentarem a arriscada travessia do Mediterrâneo. Anualmente, cerca de um meio milhão de emigrantes clandestinos chega ao território da União. Uma grande parte, por mar.