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Homens noruegueses sentem-se discriminados pelas mulheres

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Homens noruegueses sentem-se discriminados pelas mulheres

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O que faz nas imagens uma mulher loura vestida de vermelho no meio de tantos homens? Passamos a explicar. Eles são 32, ela é a única mulher, todos abriram o debate sobre os direitos dos homens na Noruega. Eles formaram uma espécie de clube, encontram-se todos os dias neste bar no centro de Oslo, até aqui nada de novo… Mas à segunda-feira, o futebol e a cerveja são substituídos por uma discussão mais séria sobre o papel dos homens na sociedade norueguesa em campos como a saúde, a educação e o divórcio. A mulher do grupo, ministra da Igualdade, considera que o debate sempre existiu, agora a diferença é que o tema passa para o domínio público. Há quem diga que a tradição já não é o que era. As mulheres tem assumido um papel cada vez mais determinante na sociedade, os homens, sempre considerados como o sexo forte, estarão a perder terreno. A desejada igualdade entre uns e outros estará por isso ameaçada e eles têm queixas a fazer. Para um dos homem do grupo, as coisas têm de mudar. Em caso de divórcio por exemplo, muito raramente ficam com a custódia dos filhos e, no que diz respeito a esperança média de vida, os homens terão, dizem eles, doenças específicas do foro masculino. Preocupações masculinas dos tempos modernos. As soluções ainda são difíceis de encontrar, mas vão seguir propostas para o governo norueguês.