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Maquinistas alemães mantiveram greve apesar da interdição do tribunal de Nuremberga

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Maquinistas alemães mantiveram greve apesar da interdição do tribunal de Nuremberga

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Centenas de comboios regionais pararam esta quinta-feira em Berlim e Hamburgo. O sindicato dos maquinistas da Deutsche Bann manteve a greve, a primeira em 15 anos, em tom de desafio à justiça alemã. O tribunal de Nuremberga decidiu proibir a greve nacional por considerar que iria afectar pelo menos cinco milhões de pessoas e se a paralisação fosse prolongada, haveria fortes danos para a economia alemã.

Mas o sindicato dos maquinistas contornou a lei com paralisações parciais em apenas comboios regionais, às horas de ponta, nas duas mais importantes cidades alemãs. Serão pelo menos 34 mil os trabalhadores descontentes com os aumentos salariais, um terço do total de funcionários. Todos os outros aceitaram uma subida de 4,5% nas remunerações. Mas os maquinistas exigem um aumento de 31 pontos percentuais.