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Autoridades britânicas suspeitam de novo caso de febre aftosa

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Autoridades britânicas suspeitam de novo caso de febre aftosa

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A Grã-Bretanha levantou a interdição ao movimento de gado, mas o surto de febre aftosa poderá ainda não estar contido. Os criadores puderam retomar o envio de animais para os matadouros fora da zona de vigilância de 10 quilómetros estabelecida em redor das duas explorações onde foi detectada a doença. Mas os serviços veterinários britânicos suspeitam de um novo caso, na mesma região a Sudoeste de Londres, mas fora da zona vigiada. As autoridades estabeleceram um novo perímetro de segurança enquanto procedem a testes.

As suspeitas da origem do vírus continuam a recair sobre um laboratório partilhado por uma empresa privada e o Instituto britânico de Saúde Animal, onde ontem foi diagnosticado um trabalhador com a doença do legionário. Um responsável da instituição disse que os níveis de legionela detectados no local “são classificados como insignificantes” pelos códigos sanitários.

A legionela não tem qualquer relação com a febre aftosa, mas o caso pôs novamente em causa o laboratório.

A União Europeia manterá, pelo menos até 23 de Agosto, o embargo aos animais vivos, carne e derivados da Grã-Bretanha. O sindicato de agricultores do Reino Unido estima que a medida lhes custa diariamente dois milhões e setecentos mil euros.