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Guatelama a ferro e fogo antes das eleições

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Guatelama a ferro e fogo antes das eleições

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A um mês das eleições, a Guatemala está mergulhada em assassínios políticos, perpetrados alegadamente por pessoas ligadas ao narcotráfico. Esta semana, 3 membros do partido da Novbel da Paz Rigoberta Menchu foram assassinados… e as mortes juntam-se às outras 37 já registadas este mês: 18 de pessoas ligadas ao partido favorito e 14 por ligações ao narcotráfico. A Guatemala é um dos países mais violentos da América Latina, onde perto de 6 mil pessoas foram assassinadas, o ano passado. O favorito das eleições de Setembro é Alvaro Colom, dirigente da União Nacional para a Esperança. Mas tudo aponta para a necessidade de uma segunda volta. Colom reconhece que o país está totalmente infiltrado p’lo crime organizado, em todos os sectores da sociedade. O seu partido já sofreu a morte de 14 dos seus candidatos. Há quatro dias, a casa de um candidato do partido de Rigoberta Menchu foi atacada e, no mesmo dia, um antigo comandate da guerrilha, agora ao lado da Nobel da Paz, também foi morto. É com sangue, que a Guatemala luta para se libertar do crime organizado e dos gangs ligados ao tráfico de droga.