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Palma leva Iraque a Veneza


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Palma leva Iraque a Veneza

O glamour mantém-se, mas a edição deste ano do Festival de Veneza parece difinitivamente marcada pelo regresso do neo-realismo, falado em Inglês.

Ken Loach trouxe um filme que fala da exclusão social, da injustiça laboral, da imigração, para sacudir cionsciências.

Brian de Palma não lhe ficou atrás. Guardou para Veneza uma obra que retrata uma das mais sagrentas realidades da actualidade – a guerra do Iraque.

Todos os flagelos estão estampados no filme, a que não falta a violação de uma jovem iraquiana, por soldados americanos.

Uma obra completamente inspirada na experiência de quem a vive, ou viveu, como disse o realizador:

“A forma é mais ou menos ditada pelo material. O material estava todo na internet – toda a minha pesquisa passou pelo youtube, blogs e video jornais, feitos por soldados. Está tudo na internet”.

É a realidade a substituir a fantasia, o frívolo a dar lugar ao que existe de mais substantivo, nos dias que correm.

Este filme, como promete o personagem, pode contar a verdade.

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