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EUA reforçam argumentário anti-terrorista face a novo vídeo de Bin Laden

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EUA reforçam argumentário anti-terrorista face a novo vídeo de Bin Laden

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Na véspera do aniversário dos atentados de 11 de Setembro, os Estados Unidos da América fazem um novo balanço das ameaças que pairam sobre o país. Vários media anunciam para as próximas horas um novo vídeo de Osama Bin Laden, onde, o até hoje desaparecido líder da rede terrorista, deverá divulgar o testamento de um dos 19 piratas do ar que participaram nos atentados de 2001.

Na sexta-feira, Bin Laden anunciara num vídeo que “Washington não está a salvo de novas ameaças”. Uma mensagem comentada pelo presidente norte-americano, George Bush, como a prova de que, “está ainda longe o fim da luta contra o terrorismo”.

Hoje frente ao Congresso, o chefe dos serviços secretos norte-americanos Michael McConnel advertiu para os perigos que pairam sobre Washington nos próximos três anos. O responsável afirma num comunicado apresentado frente a senadores e deputados, que o Hezbollah libanês poderá reatar os ataques contra interesses norte-americanos.

Sem apresentar quaisquer provas que sustentem a afirmação, McConnel avança que o movimento xiita poderá retaliar uma eventual acção contra o Irão, que nega no entanto qualquer ligação com o Hezbollah. Afirmações que surgem num momento em que o argumentário anti-terrorista da Casa Branca é posto à prova frente ao Congresso.