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Eixo franco-alemão critica reformas do sector energético europeu

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Eixo franco-alemão critica reformas do sector energético europeu

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França e Alemanha são os dois países com maiores reservas à nova política energética comunitária que Bruxelas quer impor. Caso entre em vigor o projecto de separação patrimonial, os gigantes energéticos como a E.ON ou a Gaz de France arriscam-se a perder dinheiro e influência.

O euro deputado Alejo Vidal-quadras declarou que “o ponto que acarreta mais conflitos é a separação das propriedades, o transporte e a produção. Essa separação em termos de mercado, de funcionamento de mercado, parece ser a solução mais adequada. Mas comporta um certo risco”.

As reformas propostas pela Comissão Europeia para liberalizar o mercado de energia na Europa têm dois opositores de peso. Por um lado Paris, que já disse através da ministra da economia e das finanças Chrsitine Lagarde que “a França tudo fará para se opôr ao projecto”. Do lado germânico, o ministro alemão da economia Michael Glos, afirmou que a alemanha se opõe ao que considera um “projecto demasiado burocrático”.