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O mundo pressiona a Junta Militar

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O mundo pressiona a Junta Militar

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Perante o silêncio imposto nas ruas de Myanmar é no resto do mundo que se levantam as vozes contra a ditadura militar. Na Europa, nos Estados Unidos, na Austrália, na Nova Zelândia e na Ásia respondeu-se ao apelo da Amnistia Internacional para continuarem as manifestações de pressão contra o regime birmanês.

No centro de Londres concentraram-se cerca de dez mil pessoas, segundo os organizadores. Em Paris os manifestantes reuniram-se frente à embaixada da China, um dos países que apoia o regime e exibiram cartazes com a fotografia da lider da oposição Aung San Su Ky, detida há vários anos pelos militares.

Em Bruxelas mais de 400 pessoas seguiram o mesmo exemplo, manifestações consideradas necessárias para tornar visilvel a pressão sobre as autoridades do regime.Em Viena o mesmo objectivo. A Junta militar tenta mostrar sinais de apaziguamento, mas milhares de pessoas encontram-se detidas e os mosteiros budistas encerrados. As maiores manifestações anti-governamentais desde há vinte anos no país fizeram 13 mortos, números oficiais, mas receia-se que as perdas humanas sejam muito superiores.