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Ministros das Finanças do Eurogrupo apontam dedo à China


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Ministros das Finanças do Eurogrupo apontam dedo à China

Os ministros das Finanças do Eurogrupo, que estiveram reunidos na segunda-feira no Luxemburgo, mostraram-se preocupados com a apreciação do euro e definiram por ordem de importância os principais responsáveis pela situação da moeda única europeia.

O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker afirmou em conferência de imprensa que “nas economias emergentes, com excedentes importantes e em constante crescimento, é desejável que as taxas de juro sejam revistas para que se façam ajustamentos necessários. Por ordem de importância, definimos em primeiro lugar a China, em segundo o dólar e por último o Yen”, concluiu.

Desde Janeiro deste ano, o euro já cresceu 11 por cento em relação à moeda japonesa, nove por cento em relação ao dólar e seis por cento em relação ao Yuan chinês.

O Eurogrupo anunciou ainda que os principais
dirigentes económicos da zona euro vão visitar a China “até ao final do ano” para tratarem de questões relacionados com o câmbio.

De acordo com os chefes da pasta das Finanças dos Treze, a China devia permitir a flutuação livre da sua moeda para que se produzam os ajustamentos necessários.

Com uma economia norte-americana em abrandamento, um euro forte não passa
despercebido aos exportadores europeus.

O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, desvalorizou, no entanto, as consequências para a economia portuguesa na medida em que Portugal exporta sobretudo para países da União Europeia.

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