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ONU "deplora" repressão contra manifestantes do Myanmar


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ONU "deplora" repressão contra manifestantes do Myanmar

O Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou a violenta repressão das manifestações em Myanmar. E também pela primeira vez, a China juntou-se ao coro de protestos do Ocidente contra a acção da junta militar que governa a antiga Birmânia há 45 anos. Na declaração pode ler-se que o Conselho de Segurança “deplora” o uso da violência e apela às autoridades a encetarem diálogo. A ONU insta também à libertação de todos prisioneiros políticos.

O embaixador norte-americano nas Nações Unidas, Zalmay Khalilzad, deixou um aviso: “a minha mensagem ao governo da Birmânia é a de que tem que fazer o que está na declaração, caso contrário, dentro de duas semanas, mais ou menos, estaremos de regresso”.

Já Liu Zhemin, representante da China, país que possui laços comerciais com o Myanmar, foi mais diplomático. “A questão cabe ao governo de Myanmar e ao povo de Myanmar resolver o assunto. Desejamos ao povo de Myanmar boa sorte”, disse.

As imagens da repressão militar aos contestatários liderados pelos monges budistas continuam a chegar às redacções das televisões. Esta quarta-feira a junta militar voltou a acusar os países ocidentais e a imprensa internacional de instigarem as manifestações a favor da democracia.

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