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UE dá passos em direcção à Turquia

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UE dá passos em direcção à Turquia

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O momento é de conciliação entre a União Europeia e a Turquia. Deixando de lado ameaças e críticas, os eurodeputados optaram, esta quarta-feira, por incentivar o novo governo turco a avançar com as reformas. E mesmo o pedido de reconhecimento do genocídio arménio de 1915, pelo império otomano, passou para segundo plano. Os eurodeputados apelam apenas a que Ancara resolva os litígios com os países vizinhos.

No debate, no hemiciclo de Estrasburgo, o comissário para o alargamento, Olli Rehn, também se quis apaziguador, no que toca ao conflito curdo: “A Turquia está constantemente a ser alvo de ataques terroristas transfronteiriços do PKK, que está na lista negra de organizações terroristas. A União Europeia condena todos os ataques terroristas e compreende que a Turquia precise de proteger os seus cidadãos.”

Parlamento e Comissão apelam ao recém-reeleito governo turco para que avance com as reformas – sobretudo sobre a liberdade de expressão. Mas a comissão também pede aos Estados membros que respeitem os compromissos e avancem com as negociações. Nesse sentido, o comissário afirmou que, nas próximas semanas, mais dois capítulos das negociações poderão ser abertos: o do consumo e saúde pública e o das redes transeuropeias de transporte.