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Famílias garantem que não queriam adoptar as crianças do Chade

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Famílias garantem que não queriam adoptar as crianças do Chade

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As famílias de acolhimento que esperavam as 103 crianças em França têm também a sua versão da história. Foram pagos milhares de euros para que estas crianças pudessem ter uma vida melhor. É nisso que acredita a família Bardol: “o objectivo era o de salvar estas crianças, não era adoptá-las, queríamos era o de tentar fazer alguma coisa pelos miúdos, pode ter havido erros, que a forma de fazer as coisas poderá não ter sido a melhor”

Uma outra família, que já tem crianças, disponibilizou-se para ajudar outras do Darfur. A ideia que sempre tiveram em mente era a de ajudar. Fanny Ragot diz que isto não tem anda a ver com máfias, estiveram de acordo para doar 2200 euros. A associação Arca de Zoé garante ainda que havia ainda uma equipa de sete pessoas no Chade que procuravam autorização de França para assegurar o transporte das crianças e depois iria ser pedido direito de asilo.