Última hora

Última hora

Strauss-Kahn promete reforma no FMI

Em leitura:

Strauss-Kahn promete reforma no FMI

Tamanho do texto Aa Aa

Dominique Strauss-Kahn já está, oficialmente, no cargo mais importante do Fundo Monetário Internacional (FMI). O economista e político francês prometeu levar mais longe e com maior rapidez as reformas iniciadas pelo antecessor, o espanhol Rodrigo Rato.

Strauss-Kahn lançou um apelo a que o FMI, responsável por empréstimos a países em dificuldade, se adapte aos dias de hoje: “O mundo muda. O fundo, que tem o papel de fornecer um bem público mundial, de que a terra tem necessidade, e que é uma forma de estabilidade – não toda, mas uma grande parte da estabilidade económica – deve ter uma missão mais adaptada ao mundo de hoje”.

O mundo muda e mudam também os países que recorrem aos empréstimos do fundo. Em 1998, a Coreia do Sul e a Rússia, então a viver uma pesada crise económica, foram os países que receberam quantias maiores do FMI, em ambos os casos mais de dez mil milhões de euros. No ano passsado, o maior empréstimo foi para a Turquia – mais de nove mil milhões, seguida pela Indonésia, que recebeu mais de cinco mil milhões.

Algumas economias emergentes, como o Brasil ou a Argentina, ameaçaram que abandonariam o FMI se o fundo não sofresse reformas. É essa transformação que Strauss-Kahn, o décimo primeiro director-geral, promete agora levar a cabo.