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BCE mantém taxas de juro

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BCE mantém taxas de juro

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O Banco Central Europeu manteve, como previsto, a taxa de juro de referência nos 4%. Jean-Claude Trichet preferiu não mexer no preço do dinheiro e justificou a medida com os riscos inflccionistas. São muitos os que pedem uma redução na taxa, que permita uma queda na cotação do euro, numa altura em que a moeda dos Treze caminha a passos largos em direcção à marca de um dólar e meio.

“Vamos fazer o que for preciso para manter as actuais expectativas de inflação. Estamos a olhar com muito cuidado para os estudos e para toda a informação que tiramos dos mercados financeiros. Os movimentos caóticos nas taxas de câmbio nunca são bem-vindos”, disse o presidente do BCE.

No conjunto das grandes economias mundiais, a Grã-Bretanha é quem tem as taxas de juro mais elevadas – 5,75%. Nos Estados Unidos, os juros da Reserva Federal têm vindo a descer e aproximam-se cada vez mais da taxa do BCE. Depois do último corte, a taxa de juro americana é agora de 4,5%.

O presidente da Fed, Ben Bernanke, esteve esta quinta-feira no Congresso, para falar sobre a actual situação económica. Bernanke disse que a economia está a aguentar bem o impacto da actual crise, mas há perigos inflacionistas e riscos para o crescimento.