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Kirchner erege monumento aos mortos da ditadura

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Kirchner erege monumento aos mortos da ditadura

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Um mês antes de terminar o seu mandato o presidente argentino inaugura o memorial às vítimas da didatura. Nestor Kirchner aproveitou a ocasião para exortar a justiça a acelerar o processo contra os responsáveis da época. O presidente, que deverá ser sucessido no cargo pela sua esposa Cristina Fernandez vencedora das eleições do passado mês de Outubro, ordenou de forma urgente que os militares ajudem a recuperar os restos mortais da vítimas. Várias centenas de militantes pelos direitos do homem concentraram-se no vasto campo frente ao monumento junto ao Rio de la Plata onde milhares de cadáveres terão sido lançados durante o regime. Ao longo do rio nove mil nomes foram inscritos no muro em granito. A última ditadura durou de 1976 a 1983 e provocou oficialmente 18 mil mortos. Os organismos de direitos humanos elevam o número a 30 mil.