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Longe vão os tempos da revolução da rosa na Georgia

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Longe vão os tempos da revolução da rosa na Georgia

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O chefe de Estado Mikhail Saakaschvilli acusa Moscovo e os serviços secretos russos de serem os responsáveis pela onda de violência que se alastrou na capital Tbilissi. O presidente declarou estado de emergência por 15 dias. Mikhail Saakaschvilli considera que os protestos são uma tentativa de golpe de Estado e que como represália três diplomatas russos vão ser expulsos do país.

O Kremlin riposta e acusa Saakaschvilli de histeria anti-russa. Mas o presidente georgiano justificou as suspeitas com a apresentação de imagens e registos áudio que alegadamente provam a ligação entre os serviços secretos russos e os oligarcas da oposição georgiana.

O estado de emergência implica a proibição manifestações reuniões e concentrações de grupos de pessoas nas ruas, impõe restrições à difusão de informação.

As emissões da Imedi TV foram interrompidas pela polícia que invadiu os estúdios. A estação de televisão transmitia em directo as manifestações de centenas de pessoas a acusarem o presidente de corrupção e a exigirem eleições antecipadas.