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Adesão à greve começa a baixa em França mas alguns sindicatos não abandonam braço-de-ferro

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Adesão à greve começa a baixa em França mas alguns sindicatos não abandonam braço-de-ferro

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Segundo dia de greve nos transportes públicos franceses e de pesadelo para milhares de utentes. Mesmo assim há uma ligeira melhoria na circulação. Hoje, deverão circular 150 dos 700 TGV, contra apenas 90 ontem. Melhoria também nas ligações urbanas e suburbanas de Paris. No sector da energia, só dois sindicatos mantêm o protesto.

O conflito social ameaça prolongar-se, pois há alguns sindicatos que consideram inaceitável ou dizem não ter recebido ainda a proposta do governo. O presidente Sarkozy pede o fim da greve.

Os utentes esses dividem-se entre raiva e compreensão. Um diz estar cansado e que no fim de contas é uma questão de igualdade que as pessoas trabalhem ao mesmo nível. Outro defende que os grevistas têm razão, que é preciso lutar, senão são todos explorados.

Greve dos transportes significa longas filas de trânsito. Às 7h30 da manhã, menos uma hora em Lisboa, registavam-se mais de 300 km de filas, embora muitos tenham recorrido aos transportes de duas rodas. Ontem, o governo aceitou a proposta de um sindicato para abrir negociações tripartidas em cada uma das empresas onde vigoram regimes especiais, mas deu o prazo de um mês.