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Maior economia europeia paga caro pela paralisação dos maquinistas

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Maior economia europeia paga caro pela paralisação dos maquinistas

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É a maior greve da história dos caminhos-de-ferro alemães. No terceiro dia de paralisação, apenas 15% dos comboios regionais circularam e pelo menos 600 mil toneladas de mercadorias ficaram pelo caminho. A ausência de um acordo entre a Deutsche Bahn e o sindicato dos maquinista GDL está a sair cara à maior economia europeia.

Os analistas falam de um custo diário, que pode oscilar entre os 50 e os 500 milhões de euros, caso o protesto se mantenha por mais de uma semana. Este membro da GDL sustenta que o sindicato dos maquinistas está motivado para continuar a greve na próxima semana, mas antes disso quer ter a certeza que foram esgotadas todas as hipóteses de negociação

A ausência de um acordo entre Deustch Bahn e sindicato pode originar uma greve por tempo indeterminado a partir da próxima terça feira. Segundo dados do Instituto da Economia alemã, em Colónia, o fundo de greve do GDL deverá chegar para três meses, isto caso cerca de três mil maquinistas paralisem, diariamente, até finais de Fevereiro. Uma situação, que custaria ao Sindicato dos Maquinistas, qualquer coisa como 15 milhões de euros.