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Terceiro dia de greve semeia o caos na Alemanha

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Terceiro dia de greve semeia o caos na Alemanha

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Os maquinistas alemães continuam em greve pelo terceiro dia consecutivo. Trata-se da maior paralisação da companhia ferroviária Deutsche Bahn desde o final da Segunda Guerra Mundial. O protesto está a afectar o transporte de mercadorias, passageiros e nem as indústrias do sector automóvel escapam. “Não me parece bem. Creio que já chega. Esta situação implica uma reogranização contante do meu dia a dia, o que é muito desagradável”, afirma uma mulher

Este passageiro sustenta que teve de se levantar mais cedo, o que já se tornou uma rotina. No leste do país apenas um em cada cinco comboios regionais continuam a circular. As filas são intermináveis. O sindicato dos maquinistas GDL exige aumentos salariais na ordem dos 30 por cento, mas a proposta da Deutsche Bahn não vai além dos 10 por cento.

O fim da paralisação está previsto para o próximo sábado. Os Representantes dos trabalhadores dos caminhos de ferro esperam chegar a um acordo com a Deutsche Bashn até segunda feira. Caso tal não aconteça admitem voltar a paralizar, desta vez, por tempo indeterminável, já a partir da próxima semana. Esta greve custa, diariamente, à Deutsche Bashn 15 milhões de euros e ao país qualquer coisa como 100 milhões.