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França tem arguido presidencial: Chirac foi constituido arguido

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França tem arguido presidencial: Chirac foi constituido arguido

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Jacques Chirac foi ouvido por um juíz, uma primeira vez, no dia 19 de Julho do corrente ano. Compareceu judicialmente na qualidade de testemunha. Um último privilégio para quem acabava de perder a imunidade presidencial a 16 de Junho, um mês depois do fim de funções.

O passado desta personagem incontornável de várias décadas da política francesa está finalmente a ultrapassa-la.

O caso em questão refere-se ao tempo em que era autarca e ao eventual papel desempenhado no escândalo dos empregos fictícios. A Câmara de Paris criou postos de trabalho para canalizar dinheiro para o partido a que pertencia o presidente.
de haber atribuido o haberse beneficiado de esos empleos de favor

2:44 archives Jacques Chirac maire de Paris
Entre ellos figura el del conductor de un antiguo prefecto cuyo contrato fue firmado de puño y letra por Chirac cuando dirigía la capital francesa de 1977 a 1995.
oi por este financiamento ilegal do RPR que o antigo adjunto das Finanças da Câmara de Paris, Alain Jupé, foi condenado, em 2004, a uma pena suspensa de 14 meses de prisão.
Fazia parte do círculo de amigos fieis de Chirac, que o nomeou primeiro-ministro no início do primeiro mandato presidencial.

Só a imunidade devida ao presidente impediu o juiz de interrogar antes Jacques Chirac, como explicava um jornalista em Junho passado.

“Pode ser condenado a uma pena semelhante à de Alain Jupé, pois uma parte dos factos imputados é a mesma. Se Jacques Chirac não tivesse sido presidente, sem dúvida que teria sido julgado ao mesmo tempo que Alain Juppé, pois era o superior hierárquico”.

O antigo edil foi, hoje, constituido arguido no caso dos empregos de favor a cerca de 20 pessoas, èpor ter atribuido ou ter beneficiado desses empregos de favor.

Entre eles, figura o motorista de um antigo prefeito, com um contrato assinado pelo próprio Chirac quando foi presidente da Câmara de Paris, de 1977 a 1995.