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O caos político ameaça o poder de Beirute

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O caos político ameaça o poder de Beirute

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A tensão política no Líbano agrava-se com o vazio presidencial deixado pelo fim do mandato de Emile Lahoud e falta de acordo sobre um candidato entre a maioria anti-Síria e a oposição liderada pelos xiitas do Hezbollah, apoiada por Damasco e Teerão. Nos termos da Constituição, os poderes do chefe de Estado são automaticamente transferidas para o governo até que o Parlamento chegue a um acordo sobre o substituo do presidente cessante.

A próxima reunião parlamentar para discutir o assunto está marcada para dia 30 de Novembro. O general Michel Aoun, um dos membros da oposição, apresenta-se como candidato ao cargo uma solução de emergência. Chefe do partido Corrente Patriotica Livre que lidera o bloco parlamentar apelidado “Mundança e Reforma”, Aoun acentuou ainda mais as divisões ao anunciar que renunciava ser candidato se pudesse ele próprio desginar um nome que reuna consenso.

Devido à tensão política, as medidas de segurança foram reforçadas, nomeadamente em Beirute e arredores. Carros blindados, soldados e membros das forças de segurança foram colocados nas principais vias da capital libanesa.