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FMI reduz os quadros em 15%

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FMI reduz os quadros em 15%

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Dominique Strauss-Kahn começou já as reformas no Fundo Monetário Internacional (FMI), com o anúncio de vários despedimentos.

300 a 400 dos cerca de 2600 empregados do FMI vão deixar o posto, o que representa a redução de 15% do quadro.

O economista e político francês, novo homem-forte do fundo, justifica a medida com a quebra das receitas geradas com os juros sobre os empréstimos.

O FMI, fundado em 1945, com sede em Washington, tem 185 países membros, dos quais 143 estão representados no actual quadro de pessoal. Os recursos do FMI, baseados nas quotas pagas pelos vários membros, são de 235 mil milhões de euros.

Vários países, como é o caso do Brasil, da Argentina ou da Indonésia, reembolsaram os empréstimos por antecipação, graças ao aumento, nos últimos anos, do ritmo de crescimento económico.

Isso faz com que menos dinheiro esteja a entrar nos cofres. Esta é a primeira vez em mais de 20 anos que o FMI faz despedimentos.