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O Alto-Comissário da ONU para os Refugiados lança o alerta para a crise humanitária que se vive na República Democrática do Congo

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O Alto-Comissário da ONU para os Refugiados lança o alerta para a crise humanitária que se vive na República Democrática do Congo

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António Guterres visitou hoje a aldeia de Kiwanja, na província do Kivu norte. Dezenas de milhares de civis estão deslocados devido aos combates entre os rebeldes e as forças governamentais.

Uma situação que preocupa o responsável da ONU: “Quando oitocentas mil pessoas estão deslocadas no Kivu norte, numa população que não ultrapassa os cinco milhões significa que estamos perante uma enorme crise humanitária.”

António Guterres classificou como inaceitável a presença de centenas de crianças nas linhas da frente dos combates. Além disso há registo de pilhagens e violações nos campos de deslocados.

O ex-primeiro-ministro portugues considerou que a crise só pode ser resolvida quando houver paz.

O alto comissário das Nações Unidas deverá encontrar-se esta segunda feira com o presidente Joseph Kabila.

Esta mulher afirma que não as pessoas não têm roupas nem utensílios para cozinhar nem comida.

No Kivu norte o exercito do país combate desde agosto os insurgentes aliados de Laurent Nkunda.

O ex-general tutsi reivindica o regresso ao país de 56 mil congoleses, sobretudo tutsis que se encontram refugiados nos países vizinhos.

Mais de quatro mil e quinhentos capacetes azuis da ONU estão destacados no Kivu Norte
para ajudar a garantir a defesa de Goma e da cidade de Sake.