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Angela Merkel: Schengen representa a "normalidade europeia"

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Angela Merkel: Schengen representa a "normalidade europeia"

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Os chefes de governo da Alemanha, Polónia e República Checa assinalaram o alargamento do espaço Schengen na fronteira entre os três países.

Na cerimónia oficial que contou com a participação do primeiro-ministro português e presidente em exercício da União Europeia, José Sócrates, e o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, a chanceler alemã falou numa Europa muito diferente do passado.

Angela Merkel diz que “é um grande prazer que os estudantes de hoje possam experimentar a normalidade europeia, algo com que os pais e avós apenas podiam sonhar”.

Na ponte sobre o rio Oder, os habitantes de Frankfurt deixaram de encontrar barreiras para chegar à vizinha Slubice, na Polónia.

Um jovem alemão que vive na cidade polaca diz que “é óptimo”. Ele “estuda em Frankfurt mas está numa residência de estudantes em território polaco. Agora é muito mais fácil”. Já não vai “perder tempo” a passar todos os dias na fronteira.

O presidente da câmara de Slubice fala de uma aproximação entre as cidades. O autarca afirma que “agora que as barreiras desapareceram, torna-se extremamente importante promover o desenvolvimento” e cooperação entre Frankfurt e Slubice.

Mas a abertura interna da Europa comunitária avançou lado-a-lado com um reforço das fronteiras externas. Para os bielorrussos, acabaram-se os dias de passagem fácil e barata para a Lituânia.

Este bielorrusso vai “ter de reduzir as viagens de visita aos amigos” no território lituano. Diz que não vai deixar de ir, porque “praticam desporto juntos, por isso não pode passar sem eles”.

Os bielorrussos pagavam antes cinco euros por um visto temporário. Agora o preço subiu para os sessenta euros por um visto que é válido em todo o bloco europeu.