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Oposição critica presidenciais no Uzbequistão

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Oposição critica presidenciais no Uzbequistão

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Dezasseis milhões de eleitores votam este Domingo para as presidenciais no Uzbequistão.

Um escrutínio que traz poucas surpresas num país onde os partidos da oposição não são autorizados.

Oficialmente há quatro candidatos mas o presidente Islam Karimov deverá renovar pela terceira vez o mandato de sete anos.

Com vinte sete milhões de habitantes, o Uzbequistão é um país rico em petróleo e gás mas um terço da população vive na pobreza.

As organizações de direitos humanos afirmam que há cinco mil membros da oposição na prisão.

No poder há dezoito anos, Karimov prometeu eleições livres mas o número de observadores internacionais no terreno é reduzido.

Um trabalhador afirma que “tudo o que tem, comida, trabalho, casa e conforto é graças ao presidente”.

Mas fora do país Karimov é pouco popular.

Em 2005 foi acusado pelo Ocidente e pela ONU de ter ordenado a repressão de uma manifestação em Andijan, matando centenas de pessoas.

Os Estados Unidos fecharam a base militar que tinham no país e as relações do Uzbequistão com a Rússia e a China não são as melhores.