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Indemnizações pedidas por famílias de crianças chadianas ultrapassam os 300 mil euros

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Indemnizações pedidas por famílias de crianças chadianas ultrapassam os 300 mil euros

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O valor das indemnizações pedidas pelas famílas chadianas aos membros da Arca de Zoé sobe todos os dias. Ao terceiro dia de julgamento em Djamena, alguns pais foram pela primeira vez ouvidos pelo Tribunal. Emily Lelouche, membro da Arca de Zoé, confessa que não está nada satisfeita.

Um representante afirmou que as famílias pedem no total 300 mil euros como compensação pela tentativa de rapto das crianças. Uma enfermeira acusada no processo teve entretanto um problema de saúde, provavelmente derivado da greve de fome que já dura há alguns dias. Foi transportada para uma base militar francesa para observações.

Pelo menos dois pais que compareceram em tribunal afirmaram que a Arca de Zoé tinha prometido levar as crianças para Adré para lhes dar educação. Dias depois chegaram lá, todos já tinham partido para Abeché e ninguém falou transporte para França.

Os seis franceses, três chadianos e um sudanês garantem que as crianças lhes foram levadas por intermediários. Essas pessoas terão garantido que eram órfãs originárias do Darfur.

As 103 crianças estão ainda retidas em Abeché à espera de uma decisão do Tribunal.